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Meu Humor



Nome:Girassol Idade: 47 Cidade:Tangará da Serra Eu gosto: Da vida NickName: Sol E-Mail: girassol3462@hotmail.com

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Créditos



A MULHER E O COMPLEXO DE CINDERELA

A mulher e o complexo de Cinderela

 

“(...) Fomos criadas para depender de um homem e sentimo-nos nuas e apavoradas sem ele. Fomos ensi-nadas a crer que, por sermos mulheres, não somos ca-pazes de viver por nossa conta, que somos frágeis e delicadas demais, com absoluta necessidade de prote-ção .

(...) A um só tempo almejamos libertar-nos dos grilhões, e ter quem ( cuidando de nós) os recoloque” (Colette Dowling)

 

Mulheres, mulheres... negras, brancas, pálidas, tomem tenência! De 3 décadas prá cá, fizemos uma revolução no mundo feminino. De meras esposas parideiras, passamos a ser fêmeas que trabalham, geram, além de filhos, idéias, sustentam a casa, vão ao banco e em muitos casos, so-mos pai e mãe, empresárias, donas de casa e ufa, aman-tes!

 

Lendo o “Complexo de Cinderela”, fui percebendo, aos poucos, que adoramos a proteção masculina, porém, na maioria das vezes, nos “encostamos” nessa proteção e acabamos por boicotar e renunciar nosso lado profissional ou a `guerreira` que cada uma das filhas de Maria tem dentro de si.

 

Alguma coisa está mesmo fora da ordem. Sim, precisamos dos homens em nossas vidas, mas não estamos aprovei-tando o “ melhor da história”. Transformar nossos queridos em COMPANHEIROS DE JORNADA. Caminhar junto, for-mar sociedade no relacionamento e tentar garantir o lucro que esta possa nos oferecer.

Meu coração aperta. Será isto possível? Talvez. Se conse-guirmos vomitar toda a verdade que assombra nossos pio-res sonhos. Sinceridade. Jogar limpo. Abrir o bocão e APOSTAR. Não vai Ter castigo ou pai e mãe zangados. Não somos crianças!!!

Amigas, vamos nos unir! parar de competir entre nós mes-mas, procurar entender e aceitar a adúltera, a mãe solteira, a dona de casa (urgh), a biriteira, a que não gera filhos ou a que teve crianças demais.

 

Vamos brincar de ser mulher e em noites de lua, fazendo amor de vinho com nossos companheiros, abrir o coração e tentar dizer “- eu me amo, por isso luto. Talvez consiga te amar de verdade. Só preciso alimentar a loba que está es-condida dentro de mim”.

 

Queridas companheiras, vamos tecer, fio a fio, o manto que precisamos para aliviar esse frio imenso que, por vezes, castiga nossa alma. Somos mulher, não somos pecado.

 

Waleska Maux

 

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 00h45
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PARA NUNCA ESQUECER

 Para Nunca Esquecer

 

 Sua presença é um presente para o mundo.

Você é único e só há um igual a você.

 

Sua vida pode ser o que você quer que ela seja.

Viva os dias, apenas um de cada vez.

 

 Conte suas bênçãos, não seus problemas.

Você os superará venha o que vier.

 

Dentro de você há muitas respostas.

Compreenda, tenha coragem, seja forte.

 

Não coloque limites em si mesmo.

Muitos sonhos estão esperando para serem realizados.

 

As decisões são muito importantes para serem deixadas ao acaso.

 

Alcance seu máximo, seu melhor e seu prêmio.

Nada consome mais energia do que a preocupação.

Quanto mais tempo se carrega um problema, mais pesado ele fica.

 

Não leve as coisas tão a sério.

Viva uma vida de serenidade, não de arrependimentos.

 

Lembre-se que um pouco de amor dura muito.

Lembre-se muito disso: dura para sempre.

 

Lembre-se que a amizade é um investimento sábio.

Os tesouros da vida são todas as pessoas.

 

Perceba que nunca é tarde demais.

Faça coisas simples de uma forma simples.

 

Tenha saúde, espeança e felicidade.

Encontre tempo para fazer pedidos a uma estrela.

 

E nunca jamais esqueça

Por sequer um dia:

 

O quanto você é especial.

 

(Desconheço autor )

 

 

 

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 14h40
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APRENDENDO A MUDAR José Manuel Moran

A sociedade nos padroniza, abaixa nossas expectativas, nos mediocriza, nos induz a contentar-nos com pouco, com a exterioridade, com as aparências, com a superficialidade das coisas. Na sociedade é mais importante parecer do que ser, fingir do que mostrar-se verdadeiramente.
A sociedade privilegia certos modelos de realização, de sucesso e os identifica com "glamour", poder, aparição freqüente na mídia, riqueza, status. Os modelos sociais nos mostram aspirações bem setorizadas, com objetivos bem definidos: busca da estabilidade financeira, de uma relação estável, de constituir e manter uma família, de desenvolver uma atividade econômica regular...
E não nos mostram muitas pessoas que vão além desses modelos, que acreditam em mudanças mais profundas, que expressam paz, realização e evolução constantes. Essas pessoas , não procuram aparecer, não fazem barulho nem desejam o poder.

A sociedade nos mostra a acomodação nas expectativas de realização das pessoas e isso interfere profundamente nas nossas próprias expectativas.
Por que aspirar a mais? Por que não contentar-se com a "normalidade"? - nos dizem direta e indiretamente. Faltam-nos ver, conhecer pessoas realizadas como um todo e que vivenciam mudanças na sua forma de ver, de sentir e de comunicar-se.

Mudamos pouco, porque acreditamos que não podemos ir muito além de onde chegamos até agora, porque tudo nos puxa para "a média", para a "normalidade", para a imitação dos que vivem perto de nós.
Tudo conspira contra a mudança e favorece a acomodação. Mudar mais profundamente significa ir contra a corrente, ter que justificar o por que nos esforçamos mais, por que escolhemos caminhos diferentes.
Todos temos muitas possibilidades que deixamos de lado. Acreditamos que não vale a pena ir além, que a "vida é assim mesmo", que o normal é isso, que já sabemos o suficiente para continuar agindo.
 

É importante aprender a quebrar as rotinas, os padrões, para buscar novas dimensões, desafios, percepções. É possível e vale a pena ir além de onde estamos, acreditar e estar abertos para tudo o que nos rodeia, de antenas ligas para com tudo o que pode ajudar-nos a crescer. Sempre podemos mudar, sempre vale a pena tentá-lo. Quantos mais passos dermos na direção da mudança, novos caminhos se abrirão e isso nos recolocará sempre novas questões e desafios, nos levará a novas pessoas, atividades, atitudes.
 

Somente depois de algum tempo - às vezes anos - ao olharmos para trás conseguimos perceber o quanto mudamos, como em muitos pontos já vamos sendo diferentes e que, mesmo ainda experimentando muitas dificuldades, já não vale a pena voltar atrás, já somos diferentes para sempre.
 

A realização profunda se dá na aceitação e na mudança. Em acreditar que sempre podemos ir além de onde estamos, de que podemos progredir, encontrar nosso eixo, a paz interior; de que somos chamados a voar e não a rastejar, a ir sempre além e não a desistir de viver...

::Postado por vera.fascio.fascio às 23h12
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Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.

Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.

É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

 

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

 

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 20h32
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E Agora Professor?

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 01h26
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A HISTÓRIA DO LÁPIS

A HISTÓRIA DO LÁPIS

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:

- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?

A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:

- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.

O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.

- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!

- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 22h10
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EE29DENOVEMBRO COMEMORA SEUS 38 ANOS

A EE29deNovembro comemorou nesta quarta-feira 38 anos de sua fundação. A data foi marcada com diversas apresentações de danças, poesias, projeções no telão, números musicais, por parte dos alunos e professores.

O evento contou com a presença dos alunos, professores e pais para comemorar o aniversário da Escola.

A Fanfarra da Escola Antenor Soares fez uma apresentação em homenagem a escola.

Destacando a presença de Clóvis Batista, as Diretoras das Creches Tia Lina e SOS Profª Sandra, Profª Lira e a Coordenadora Geral Profª Rosenilda, e as Assessoras Pedagógicas Pedagógicas   Profª Sandra Santos e  a Profª Teresa Lopes.

A profª Cleonilda Marconde  entregou os Livros arrecadados no Teatro Romantismo em revista  para as Diretoras das Creches Tia Lina e S.O.S

Profª Vera Fascio Fascio (Coordenadora da Escola)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 15h24
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GERENCIAR BEM AS FORMAS DE COMUNICAR-SE

                         

Gerenciar bem as formas de comunicar-seO campo onde se decide realmente a comunicação é o pessoal, o intrapessoal, que interfere profundamente nas outras formas de comunicação. Aprendemos pela comunicação pessoal, a que se desenvolve dentro de nós: nossas falas internas, os diálogos tensos entre as várias tendências conflitantes, a fala emocional e a racional, a fala consciente e a inconsciente, a fala do passado e a do presente, as falas introjetadas e as novas falas, as falas do desejo e as do medo, as do real e as do imaginário, as que provêm da informação e as que provêm da ação, a comunicação das sensações, das intuições e das idéias. A comunicação mais difícil é a intrapessoal: conseguir expressar as múltiplas vozes que se manifestam em nós, coordená-las, integrá-las e orientá-las para uma vivência cada vez mais enriquecedora.

Pela comunicação intrapessoal procuramos equilibrar as nossas contradições, comunicar-nos entre o nosso universo organizado e o desorganizado, o visível e o invisível, entre o que controlamos e o que se nos escapa. Comunicamo-nos melhor se aprendemos a dialogar com as nossas tendências contraditórias.

A sociedade pós-moderna está fragmentada, desiludida. A leitura das manifestações aparentes pode induzir ao niilismo, ao desespero. Mas, nesta etapa de busca de novos paradigmas, de novos referenciais, há uma procura pelo reencontro, pela integração. Só que a sociedade não quer apoiar-se mais nas velhas explicações, nos velhos mitos que procuravam explicar tudo.

Comunicar-se pessoalmente é aceitar as inúmeras dificuldades em sermos coerentes, em vivenciar o que racionalizamos, em assumir o lado, complicado da nossa existência. Comunicar-nos é continuar mantendo os caminhos da interação confiante, mesmo nas etapas mais perturbadoras, em que não enxergamos nada, em que parece que nada mais faz sentido e que a humanidade não tem mais jeito.

Pela comunicação pessoal podemos integrar corpo e mente, as sensações, as emoções, a razão, a intuição. Podemos perceber, sentir, entender, compreender, agir dentro da nossa forma de estar no mundo, integrando a nossa história pessoal, nossas qualidades e defeitos, nossas características, dentro do ritmo que nos é possível.

Aprendemos e evoluímos também pela comunicação com os outros, pelas múltiplas formas de comunicação interpessoal. Recebemos informações, afeto, críticas, visões de mundo, interações e fazemos o mesmo com os outros. Servimos aos outros de espelho e nos espelhamos neles e por meio deles. Captamos nos demais o que nos interessa, o que tem a ver conosco, o que desejamos e odiamos, o que nos atrai e o que nos repugna (mas que se relaciona conosco).

Pela comunicação interpessoal expressamos o melhor de nós e buscamos também o nosso eixo, encontrar-nos, compreender-nos a partir de como os outros nos vêem. Aprendemos a confiar e a desconfiar, a amar e a odiar, a sentir e a compreender, a compartilhar e a fechar-nos. Pela comunicação interpessoal procuramos o que nos falta, nos encontramos ou escondemos de nós mesmos, nos realizamos e frustramos, triunfamos e fracassamos.

Há comunicações interpessoais superficiais, episódicas, temporárias, dirigidas para objetivos específicos e há outras mais profundas, ricas, estáveis, intensas, decisivas. As interações que mexem com os sentimentos, com o afeto são as mais significativas, as que mais nos influenciam. Pela comunicação crescemos, evoluímos, mas também nos escondemos. Se não estou bem comigo, posso passar a vida correndo atrás de que outros me completem, de que me preencham, tornando-me dependente deles.

Vivemos processos de comunicação autênticos e inautênticos. Autênticos, quando há uma correspondência entre o que percebemos e o que comunicamos; e inautênticos, quando nos ocultamos (ou tentamos ocultar-nos através de palavras ou de máscaras), quando representamos personagens que não são nossos, ou quando os outros se escondem também de nós. Se conseguimos desenvolver processos de comunicação autênticos, aprenderemos mais, evoluiremos mais, ampliaremos nossos horizontes emocionais e intelectuais de forma poderosa. Se predominam em nós processos de comunicação inautênticos, cresceremos cada vez menos, perderemos a confiança nos outros e principalmente em nós mesmos.

Pela comunicação interpessoal vamos criando junto com outras pessoas novas realidades, vamos modificando nossa forma de ver e a delas, vamos ajudando-nos a perceber melhor um mesmo assunto, a modificar algum aspecto do nosso mundo. Podemos criar um novo produto, um novo enfoque no campo intelectual, um novo mercado, uma nova relação afetiva, um novo filho. Modificamo-nos pessoalmente e modificamos os outros.

Em cada um de nós se definem as mudanças mais radicais que afetarão a toda a sociedade. Quanto mais livre é a pessoa, melhor se comunica. Quantas mais pessoas conseguirem mudar, evoluir, tornar-se mais flexíveis, ricas, generosas - pessoalmente e em grupo - mais facilmente a sociedade evoluirá. A mudança pessoal é a pedra de toque para as mudanças grupais, organizacionais e sociais.

  JoséManuel Moran

::Postado por vera.fascio.fascio às 18h29
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A Comunicação Real

                            

A comunicação real

Na interação real os parceiros estão abertos e querem trocar idéias, vivências, experiências, das quais ambos saem enriquecidos. O discurso é franco, objetivo, participativo. A fala do outro tem repercussão em mim, me ajuda a pensar e a, eventualmente, modificar-me. Há graus diferentes de interação real e de comunicação, mas o importante é essa atitude de busca, de querer comunicar-se, de trocar, crescer, de sair de onde estamos. É essa a verdadeira interação, comunicação, onde não há jogos rituais, nem jogos de poder, mas atitudes de comunicação honesta, crescente e dinâmica.

vários graus de comunicação real. O primeiro acontece, por exemplo, numa conversa ocasional entre duas pessoas que falam e se ouvem de forma animada e aberta. Pode existir uma comunicação viva, mas sem levar necessariamente a sua continuidade.

Num segundo grau, vemos a comunicação aberta entre duas ou mais pessoas, que interagem habitualmente. É a comunicação entre alguns colegas de trabalho, entre amigos, entre alguns professores e alunos. Eles já vêm desenvolvendo roteiros de interação, onde os dois lados se respeitam e querem aprender. A comunicação os leva a avançar, a perceber melhor, a ajudar-se mais, a produzir novas propostas de trabalho, de ação.

Num terceiro grau, observamos a interação entre pessoas que se comunicam profundamente, que têm seus próprios códigos verbais e não verbais. É a comunicação das pessoas que desenvolvem relações afetivas maduras, que crescem em riqueza, em abrangência. Pessoas bem resolvidas, evoluídas, abertas, flexíveis podem avançar nestes níveis mais profundos de comunicação. Essa comunicação pode chegar a superar tempo e espaço, quando pessoas interagem à distância, sem contato físico, por telepatia, através de processos de comunicação extra-sensorial, de pré-cognição, de comunhão "espiritual" plena, o que parece acontecer em poucos.

Os níveis de comunicação apontados - mais superficiais ou profundos, mais autênticos ou inautênticos - se dão em várias instâncias: na comunicação pessoal (de cada um para consigo), na comunicação interpessoal (de um com um ou com alguns), na comunicação grupal, organizacional e na social ou coletiva.

José Manuel Moran


::Postado por vera.fascio.fascio às 18h18
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A

                                 

A "comunicação" autoritáriaÉ uma troca ou interação dentro de um sistema fechado, onde se expressam relações de poder, de dominação. É uma troca desigual - em que um fala e o outro assente - baseada no poder econômico, político, intelectual ou religioso. É uma fala onde quem tem algum poder procura dominar o outro, impor seus pontos de vista, controlar. O outro se transforma em "receptor", destinatário e só pode concordar com o emissor.

Há uma interação autoritária explícita, clara e outra, implícita, camuflada. A maior parte das interações autoritárias é disfarçada. A implícita é mais difícil de perceber, porque vem camuflada dentro de uma roupagem participativa, que convida para a colaboração, o que a assemelha, num primeiro momento, à interação real. Normalmente ninguém quer mostrar-se impositivo. Os maiores ditadores justificam sua truculência com uma linguagem triunfalista, cheia de promessas, de realizações, de paternalismo. Decidem por nós. "Sabem o que é melhor para nós". E disfarçam a dominação com apelos afetivos ao patriotismo, à grandeza, à "mãe pátria". Em outras instâncias, como a familiar e a educacional, o autoritarismo se mascara mediante expressões afetivas de interesse pelo filho, pelo aluno, pelo uso de diminutivos carinhosos, pela bajulação. É uma fala que simula interação, preocupação e escamoteia todos os mecanismos de controle.

Em um colégio importante de São Paulo, o que mais reclamavam os alunos não era da competência dos professores, mas da disparidade entre o discurso liberal, participativo dos diretores e professores e a prática disfarçadamente autoritária. Os alunos constatavam que as suas mensagens não obtinham repercussão real. As reuniões eram mais formais do que efetivas, eram mais para apresentar decisões prévias do que para buscar soluções em conjunto.

Na medida em que vamos avançando na compreensão da "realidade", preferimos que o autoritarismo seja explícito do que camuflado. Se está explícito, evidente, torna-se mais fácil saber como lidar com ele. As interações autoritárias camufladas perpetuam o controle e dificultam a nossa evolução pessoal, grupal e institucional.

O capitalismo, quanto mais avança, mais refina sua linguagem - cada vez mais humanista - e esconde os mecanismos de dominação. O marketing é a ciência aplicada ao controle, à manipulação disfarçada de preocupação humanitária. Os cigarros "Free" dizem que estão querendo que os jovens sejam "livres", que tenham algo em comum. Apelam para o compartilhamento de aspectos da vida, associando-os a um produto que vicia e que colabora para a destruição deles mesmos.

José Manuel Moran


::Postado por vera.fascio.fascio às 18h02
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A COMUNICAÇÃO SUPERFICIAL

                   

A comunicação superficialÉ uma interação limitada, com trocas previsíveis sobre temas socialmente definidos e com limites pré-estabelecidos - culturalmente ou pelos grupos e indivíduos. São trocas de mensagens sobre assuntos específicos e que não expõem muito a intimidade de cada um, por exemplo sobre futebol ou fofocas de pessoas ou artistas, em reuniões sociais, festas, bate-papos. Fala-se animadamente, mas sem interação pessoal, sem revelar o eu profundo a não ser neste campo específico. São processos úteis de manutenção dos vínculos dentro de um grupo ou comunidade, mas que pouco revelam dos indivíduos, porque eles se escondem, não querem se expor ou o fazem somente em outros espaços mais restritos.

O trabalho profissional é importante - além das suas dimensões econômicas e de valorização pessoal - como espaço de comunicação. Nele encontramos espaços de conversa superficial, ritual, de aceitação grupal, de desabafo. Não são interações profundas, mas esse contato é fundamental para muitos, carentes de outras formas de comunicação mais rica.

Na sociedade urbana, muitas pessoas passam a maior parte do tempo em trocas limitadas - almoços de negócios, jantares sociais -, onde o importante é mostrar que continuam vinculados a determinados grupos, em que não convém se expor pessoalmente. Por isso essas interações são rituais, previsíveis, pouco profundas e, a longo prazo, frustrantes, se não vêm acompanhadas de outras formas de comunicação mais profundas, em outros momentos, com outras pessoas.

Na cidade grande é fácil viver em contínuas interações superficiais, em contato com muitas pessoas, em diferentes situações pessoais, profissionais e grupais. São formas de comunicação que ocupam, entretêm, mas que não preenchem totalmente, se não estiverem acompanhadas de outras interações mais autênticas, mais profundas.

A complexidade da vida urbana, a competição feroz pela sobrevivência dificultam a possibilidade de desenvolver processos de comunicação pessoais e grupais mais profundos. Na falta dessas interações pessoais, muitos se relacionam com as mídias, principalmente com a televisão, num tipo de interação virtual, que se dá principalmente no imaginário de cada um. Todos nos "encontramos" na televisão, só que terminamos refletindo pedaços de nós nas várias telas. Na televisão procuramos dimensões da vida mal preenchidas no cotidiano.

José Manuel Moran

                                 

::Postado por vera.fascio.fascio às 17h50
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As muitas formas de comunicar-nos

Apresentação

Vivemos formas diferentes de comunicação, que expressam múltiplas situações pessoais, interpessoais, grupais e sociais de conhecer, sentir e viver, que são dinâmicas, que vão evoluindo, modificando-se, modificando-nos e modificando os outros.

Há processos de comunicação superficiais -que expressam mais a exterioridade das coisas - e outros mais profundos- que relacionam o exterior com o interior, que desvendam quem somos, como pensamos, por que agimos de determinada forma.

Há processos de comunicação mais autênticos- que expressam o que somos, até onde nos percebemos, que manifestam coerentemente a nossa percepção de nós mesmos e dos outros. Há processos de comunicação inautênticos,que não correspondem ao que percebemos, pensamos e sentimos, que servem a determinados propósitos, que podem levar-nos a deturpar a leitura que os outros fazem de nós - mais ou menos propositalmente.

Há processos de comunicação que produzem mudanças,que nos modificam e modificam outras pessoas, enquanto outros processos não nos modificam, nos deixam onde estávamos, nos confirmam em nossos universos mentais pessoais ou grupais. 
 

A comunicação aparente

É um processo de "comunicação" onde as pessoas falam e respondem, sem prestarem verdadeiramente atenção ao outro e ao que ele está dizendo. Cada um precisa "desabafar", ter alguém com quem conversar. Se a necessidade é forte e de ambas as partes, a "comunicação" se transforma num diálogo animado, mas "de surdos", porque cada um fala de si, extravasa suas idéias, sentimentos, necessidades. Ambos falam, sem comunicar-se verdadeiramente. É um tipo de interação importante, porque ajuda a desanuviar a tensão pessoal, a sentir-se vivo. É uma comunicação unidirecional, de uma direção só: A fala para B e B fala para A, mas o que dizem realmente é pouco significativo para o outro, porque este também desabafa, está expressando suas necessidades.

Não há troca, mas a utilização do outro como interlocutor visível. Sirvo-me do outro para dizer o que quero. A sua resposta não é significativa, não modifica o que digo, porque na realidade estou mais atento ao que tenho a dizer do que ao que o outro me está falando. Interessa falar, não tanto que o outro fale, mesmo que haja diálogo aparente. Duas pessoas podem estar conversando durante horas dentro deste tipo de interação aparente.

Uma variante da comunicação aparente é a de duas ou mais pessoas que já estão prevenidas em relação às outras e que já sabem de antemão (ou imaginam) o que elas vão dizer, como pensam, que respostas vão dar. Com isso, não estão atentas a qualquer informação nova, porque não a esperam de antemão. Vão para a interação na realidade para um confronto ou para um convencimento. Eu vou mudar o outro, não a interagir com ele. Vou impor o meu ponto de vista.

Muitas interações educacionais são deste tipo. O professor acha que a sua fala é importante, e o aluno quer ser ouvido. Em determinados momentos se encontram e pode acontecer um diálogo de surdos. O professor, que tem mais poder, pode sair do encontro satisfeito por ter feito prevalecer os seus pontos de vista, por ter "ouvido" os alunos. Mas provavelmente, eles saíram desiludidos, porque perceberam a distância, a arrogância e a manipulação disfarçada na linguagem do professor.

Muitos casais conversam muito. Olhando de fora parece que interagem, mas se as posições e expectativas já estão pré-definidas, a interação será muito mais aparente que real. A interação dos que querem convencer-nos, dos donos da verdade, dos que se acham superiores costuma ser aparente, porque ambos não se escutam. O que quer convencer, repete sempre os mesmos argumentos; o outro faz que ouve e continua "na dele".

Pais e filhos costumam, com freqüência, ter interações superficiais baseadas na avaliação prévia que uns têm dos outros. Há pais que aconsideram que seus filhos precisam ser orientados em tudo, pela sua inexperiência. Por sua vez esses filhos "acham os pais caretas", cheios de desconfiança e repetitivos: sempre dão os mesmos conselhos. Neste caso, podem estar juntos, "conversar", mas será uma conversa surda, que provavelmente terminará em fracasso.

José Manuel Moran

                                

::Postado por vera.fascio.fascio às 17h39
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A ATITUDE FUNDAMENTAL DE MUDANÇA

                       

A atitude fundamental de mudança - José Manuel Moran

Todos queremos mudar.

Todos percebemos que precisamos mudar em alguns campos.

Mas fazer mudanças costuma ser mais complicado do que imaginamos.

Uns tentam mudar como se fossem fazer regime para emagrecer. Começam uma dieta, depois param, recomeçam com outra e assim vão: fazem coisas, mas param em algum momento. Depois de várias tentativas, desanimam, porque não conseguem chegar e principalmente manter seus propósitos.

Outros se informam, lêem tudo o que se relaciona com a mudança. Assistem a palestras, fazem cursos. Sabem tudo na teoria, mas lhes falta a coragem de colocá-la na prática. Desejam mudar, mas não assumem uma atitude realmente efetiva de mudança.

Têm os que fazem tudo, menos o principal. Rezam, prometem, tentam de um jeito e de outro, estão sempre em atividade. Parece que estão conseguindo. Mas utilizam táticas diversionistas. Fazem tudo, menos o que precisam fazer. Mexem em tudo menos no que os ajudaria de verdade. Vivem equilibrando-se em mil tentativas, para mudar sem quebrar a antiga estrutura. Esticam a corda até quase arrebentar, mas sempre voltam a tempo quando estão a ponto de dar um passo mais forte na direção do novo.

São pessoas equilibristas. Com a uma mão se aproximam do novo, tentam novas ações, enquanto com a outra se agarram ao já conhecido, às situações existentes. Avançam e recuam ao mesmo tempo. Vivem momentos de alegria ao perceber que avançam e de extrema frustração ao constatar que sempre voltam para o mesmo lugar. Carregam uma tensão interna insuportável, porque pressentem a alegria da mudança sem conseguir desfrutá-la.

São pessoas, por exemplo, que não suportam mais um relacionamento afetivo e conhecem alguém com o qual se entendem muito melhor, que se realizam plenamente, mas não conseguem romper com a situação anterior. Ficam divididos, podem levar durante anos vidas paralelas. Intelectualmente têm bem claro que a nova situação é muito superior, mas continuam presos por teias invisíveis ao passado; sentem medo em dar um novo passo, em mostrar seu fracasso, em arriscar a longo prazo. Acontece muito isso quando há uma família com filhos e o parceiro também é dependente. Filhos e companheiro podem fazer de tudo para prender a pessoa que quer mudar; se unem num esforço tenaz para imobilizar qualquer tentativa de mudança, procuram os pontos fracos do outro: "não posso viver sem você"; "vale a pena recomeçar", "os filhos vão sofrer" "a nova situação pode ser uma ilusão; depois tudo fica igual; então, para que arriscar?".

A pessoa se sente literalmente sufocada, presa numa teia da qual não consegue se soltar. A vida em casa vai ficando mais tensa, sem alegria. A convivência se torna cada vez mais formal, superficial. Não há intimidade real, nem alegria de estar juntos. Inconscientemente há uma raiva com o parceiro e contra si mesmo, pela impotência, que se transforma em contínuas alfinetadas, ironias, pequenas vinganças, na rotina automática dos gestos, tarefas, ritos cada vez mais sem sentido, na indiferença.A atitude verdadeira de mudança

É importante ver se realmente queremos mudar. Olhar com calma, com objetividade para nossas formas de agir.

Primeiro,  querer, renovar o desejo de mudar. Depois ir mudando no que nos for possível, no nosso ritmo, do nosso jeito, atentos e ao mesmo tempo aceitando limites, dificuldades que se apresentam, não as negando. Mesmo quando recuamos, vamos aceitar essa dificuldade, reconhecê-la, apoiando-nos mesmo na indecisão.

A mudança não pode significar só sofrimento, mas também esperança, confiança. Há sofrimento, sem dúvida. É como quando precisamos retirar um band-aid da nossa pele Quanto maior a ferida, com mais cuidado o retiramos; vamos umedecendo a material e a pele até que desgrude e se liberte. Alguns preferem arrancar de uma vez o curativo. Há momentos em que isso é possível, em outros podemos agravar a ferida, se não está cicatrizada.

Podemos experimentar suavemente nossas mudanças. Começar pela periferia, pelo que nos é mais fácil. Ir avançando no ritmo, direção, freqüência que não nos violentem. Estar atentos a tudo o que vamos percebendo, sentindo, fazendo. Dar-nos apoio incondicional, mesmo quando retroagimos. O apoio afetivo é decisivo para não esmorecer. E ir sempre retomando nosso processo de mudança, como um lento cerco que fazemos às muralhas com que nos defendemos. Encontrar as brechas para introduzir-nos, fazer pequenos gestos de mudança, avaliar diversas estratégias de avanço.

De pequenas em pequenas mudanças teremos coragem para chegar a mudanças mais abrangentes. Não vale a pena focar só o longo prazo, mas ir conquistando pequenos espaços de liberdade, de realização, de progressos possíveis neste momento. E, depois, procurar sedimentá-los, reconhecê-los, valorizá-los, incorporá-los até onde nos fôr possível.

                                      

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 23h05
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APRENDENDO A VIVER

                                        Aprendendo a viver

                       José Manuel Moran

 Podemos transformar a nossa vida em um paciente, emocionante e confiante processo de aprendizagem. Aprender a aceitar-nos plenamente como somos, sem mentir, sem procurar pretextos, sem buscar culpados. Ao aceitar-nos, começamos a mudar nossa vida.

Procurar fazer o melhor que sabemos em cada momento, sem cobranças negativas, sem expectativas irreais, sem pressões insuportáveis.

Viver no presente, no ritmo possível, no tempo possível, nas formas possíveis.

Vivemos melhor quando procuramos integrar tudo, relacionar tudo, com confiança e com humildade. Com a confiança de que podemos ir muito além de onde estamos, de que podemos realizar-nos em todas as dimensões da vida.

Com humildade, cientes de que somos frágeis, de que pouco conhecemos realmente, de que há uma margem enorme do imponderável, de situações "inexplicáveis", de encontros imprevistos. De que dependemos de muitas ajudas também para ir adiante. Se equilibramos a incerteza e a confiança encontraremos nossos melhores caminhos.

Viver é escolher e renunciar, avaliar e, ao mesmo tempo, reconhecer que nunca temos a certeza das decisões, porque não sabemos o que aconteceria com as outras escolhas que deixamos de lado.

Só mudaremos a sociedade, mudando as relações pessoais, interpessoais, comunitárias e sociais. O mundo só terá paz efetiva quando muitas pessoas e grupos viverem formas avançadas de comunicação, de intercâmbio aberto, de informação, de apoio...

                  

 

 

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 15h39
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POR QUE GOSTO DE GIRASSÓIS?

              

POR QUE GOSTO DE GIRASSÓIS

 

O girassol é a flor raçuda que agüenta até a mais violenta intempérie.
Acaba sobrevivendo. Ele quer luz e espaço e o dia inteiro seu corpo se
contorce na direção da mesma. O girassol aprendeu a viver com o sol, por isso
é forte.

Já o miosótis é plantinha linda, mais frágil. Agüenta pouco. Exige
muito mais cuidado. Gosta mais de estufa.

O girassol se vira, e como vira.

O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.

Há filhos girassol e filhos miosótis. Os filhos tipo girassol, resistem
a qualquer crise e descobrem um jeito de viver bem sem muita ajuda. As mães,
chegam a reclamar da independência desses meninos, tal a sua capacidade de
enfrentar problemas e sair-se bem.
Por outro lado, há filhos e filhas miosótis. A toda hora precisam de
reparos e atenções. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem sem medida,
melindram-se por qualquer coisa, são mais egoístas que os demais; ou às vezes
são generosos, mas tímidos, caladões, encurralados.

Estão sempre a precisar
de cuidados.
O papel dos pais é o do jardineiro, que sabe as necessidades de cada
flor e incentiva ou poda na hora certa.

De qualquer modo fique atento.

 Não abandone demais os seus filhos girassóis, porque eles também precisam de
carinho, e não proteja demais os seus miosótis, senão acabarão dominando a
família.
As rédeas permanecem com vocês, a tesoura e o regador também.

Não negue,
mas não dê tudo o que eles querem; ambos, a falta e o excesso de cuidado,
matam a planta.

José Fernandes de Oliveira "Pe. Zezinho"

 

::Postado por vera.fascio.fascio às 08h09
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